Nomenclatura, disponibilidade e execução deste procedimento estão em confirmação com o corpo clínico antes da publicação.
O que diferencia o plano profundo
No facelift tradicional, pele e SMAS podem ser tratados separadamente. No Deep Plane, a dissecção ocorre abaixo do SMAS, e a pele e a camada profunda são mobilizadas em conjunto, com liberação de ligamentos de retenção da face.
O objetivo é atuar sobre o terço médio da face e a linha da mandíbula a partir das estruturas que sustentam os tecidos.
Possíveis indicações
A técnica é discutida, por exemplo, quando há descida dos tecidos do terço médio e do contorno mandibular. A escolha entre esta e outras abordagens depende da avaliação anatômica individual.
A avaliação individual
A consulta considera saúde geral, cirurgias anteriores, qualidade da pele e expectativas. Também é discutido se procedimentos associados, como o tratamento do pescoço ou a blefaroplastia, fazem sentido.
Riscos e limitações
Por envolver planos mais profundos, a técnica exige conhecimento detalhado da anatomia dos nervos faciais. Os riscos incluem hematoma, alterações de sensibilidade, cicatrizes, assimetrias e lesão nervosa, entre outros. Nenhuma técnica elimina o envelhecimento ou garante um resultado específico.
Recuperação
Inchaço e equimoses são esperados no início. O tempo de recuperação e as orientações de retorno às atividades variam e são definidos no pós-operatório, com acompanhamento próximo da equipe.
Profissional responsável
Dr. Leonardo Rodrigues — Cirurgião plástico
CRM-PE 15259 | RQE 612
Perguntas frequentes
O Deep Plane é sempre a melhor opção?
Não existe uma técnica ideal para todos. A abordagem é escolhida conforme a anatomia e os objetivos discutidos em consulta.
Pode ser associado ao tratamento do pescoço?
Em alguns casos, sim. Veja também a página sobre Deep Neck Lift.
Conteúdo de caráter informativo. Indicações, técnicas e cuidados são definidos apenas em consulta médica individual. Todo procedimento cirúrgico envolve riscos.
